Opiniões cinematograficas

Um pequeno blog sobre comentarios de filmes

Arquivo para setembro 2009

PULP FICTION: TEMPO DE VIOLÊNCIA – 1994

com 4 comentários

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Pulp Fiction é um filme que reinventou a violência no cinema, é um filme excepcional em todos os sentidos , com diálogos rápidos cenas de muita violência e um roteiro que conta três historias paralelas se fundem.
Brindo o expectador com um roteiro cheio de idas e vindas.
Com a participação maravilhosa de Jonh Travolta no papel do gangster viciado em heroína “Vincent Vegas “ que acompanha a namorada do seu chefe, que é interpretada por “Uma Turman” no papel de Mia Wallace.
Os dois estão impagáveis em seus papeis. Faço uma menção ao fato de Tarantino ter redescoberto Travolta após ele passar um grande período fazendo filmes ruins . Com esse papel, mostra como é um grande ator e um grande dançarino na cena antológica do twist com Uma Turman, uma das melhores cenas de dança do cinema apenas superada pela cena do tango em perfume de mulher que é considerada a melhor de todos os tempos.
O filme mostra também a historia de Butch, um boxer decadente que aceita suborno de Marcellus Wallace para perder uma luta de boxe, mas que na ultima hora decide vencê-la e foge dos gângsters .A historia culmina com o encontro de Marcellus e Butch no transito após uma luta ele são presos por dois loucos em uma loja de utilidades e lá torturados pelos dois onde no final se funde com a famosa cena de sodomia contra Marcellos.
Deve se mencionar a participação de Samuel L. Jackson no papel do gangster Jules que define como intervenção divina, o fato de um garoto ter disparado 6 tiros nele e nenhum ter acertado ele.
O resto do casting é muito bom contando também com as participações de Harvey Keitel (Winston Wolf) bandido que resolve os problemas de Marcellus, Ving Rhames (Marsellus Wallace)
Como chefe gângster que acaba se dando mal, Quentin Tarantino (Jimmie) faz uma participação especial em seu próprio filme.

Não posso terminar essa analise sem mencionar a trilha sonora desse filme que é uma coisa a parte que pontua o tempo todo as cenas mais importantes diria até que a trilha é um personagem do filme , essa trilha deve estar na coleção de todos que amam trilhas de filmes.

Muito bom mesmo o filme que fala de lealdade, traição e crime como nenhum outro quem não viu deve vê-lo e Quem já viu vale a pena ver de novo porque é um dos melhores filmes policiais da década de 90.

Elenco:

John Travolta (Vincent Vega)
Samuel L. Jackson (Jules Winnfield)
Uma Thurman (Mia Wallace)
Harvey Keitel (Winston Wolf)
Tim Roth (Pumpkin)
Ving Rhames (Marsellus Wallace)
Eric Stoltz (Lance)
Rosanna Arquette (Jody)
Christopher Walken (Capitão Koons)
Bruce Willis (Butch Coolidge)
Quentin Tarantino (Jimmie)
Amanda Plummer (Honey Bunny)
Maria de Medeiros (Fabienne)
Steve Buscemi (Garçom)

Trilha sonora para download

http://www.megaupload.com/?d=MOVIXSHQ


Escrito por brunobisogni

30 de setembro de 2009 em 3:17

Publicado em Fimes

Beleza Americana – American Beauty- 1999

com 3 comentários

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Esse filme foi o mais votado na enquete e sugestão de um amigo de minha mãe
DR.Eduardo Fonseca.

Ficha Técnica:
Título Original: American Beauty
Gênero: Comédia / Drama
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1999
Site Oficial: www.americanbeauty-thefilm.com
Estúdio: DreamWorks SKG
Distribuição: DreamWorks Distribution / UIP
Direção: Sam Mendes
Roteiro: Alan Ball

Começo essa analise dizendo a frase que é o slogan do filme “Olhe bem de perto”, para entender esse filme temos que realmente nos desprendermos dos preconceitos com relação aos americanos e olharmos bem de perto para a sua sociedade , o filme mostra como de uma maneira única a sua hipocrisia.

O filme mostra nos seus principais personagens os principais estereótipos da sociedade de classe media americana que vive de aparências e quando se olha de perto se vê a verdadeira realidade de como funcionam as relações destas pessoas trançando um perfil único e impressionante de como o americano é vazio, podemos ate transpor essa realidade para nossa realidade onde muitas pessoas vivem da mesma maneira.
O personagem principal Lester Burham interpretado magistralmente por Kevin Spacey é um homem de meia idade que vive um casamento de aparência com sua esposa Carolyn interpretada por Annette Bening que em um momento vê que precisa fazer algo de sua vida para não cair no vazio existencial e rompe com todos os padrão da sociedade deixando seu emprego e se apaixona pela melhor amiga de sua filha , que é o estereotipo da futilidade americana e como isso passa querer vou tal no tempo e ser o jovem sem responsabilidade.
O filme também mostra seu vizinho militar que é o homofóbico que não tolera os visinhos homossexuais sem comentar o quanto os odeia e seu filho que é traficante e ele tenta não ver a verdade a frase do filme que mais define o seu personagem é “nunca duvide da capacidade de negação da sua família” ele sempre negando o que realmente que é gay e por medo da sociedade não assume sua condição preferindo falar mal como se ele mesmo se odiasse por ser homossexual.

Um filme único que todos devem assistir que mostra a mais contundente realidade sobre as famílias que vivem sobre aparecia.

Elenco:
Kevin Spacey (Lester Burham)
Annette Bening (Carolyn Burham)
Thora Birch (Jane Burham)
Wes Bentley (Ricky Fitts)
Mena Suvari (Angela Hayes)
Peter Gallagher (Buddy Kane)
Chris Cooper (Coronel Fitts)
Allison Janney (Barbara Fitts)

Premiações:
- Ganhou 5 Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Kevin Spacey), Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia. Além disso recebeu indicações para: Melhor Trilha Sonora, Melhor Atriz (Annette Bening) e Melhor Montagem.

- Ganhou 3 Globos de Ouro: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original.

- Recebeu uma indicação ao Cesar, na categoria de melhor filme estrangeiro.

- Foi indicado ao Grammy, como Melhor Trilha Sonora.

Curiosidades:
- Trata-se do 1º filme dirigido por Sam Mendes. Entretanto, o diretor já possui vasta experiência no teatro, tendo em seu currículo a peça The Blue Room, sucesso de bilheteria nos palcos londrinos em 1999, que teve Nicole Kidman no elenco.

- Logo após o lançamento de “Beleza Americana” surgiram vários boatos acusando Kevin Spacey de pedofilia, já que teria mantido relações com Mena Suvari (na época menor de idade). A notícia foi desmentida por ambos.

- Na edição final, o diretor Sam Mendes terminou por retirar quase 5 minutos do final do filme, alternando radicalmente o fim da história.

- “American beauty” é um tipo de rosa muito cultivada nos Estados Unidos, com uma peculiaridade: ela não possui espinhos nem cheiro, uma metáfora sobre o vazio do americano comum.

Trailer de cinema

Escrito por brunobisogni

8 de setembro de 2009 em 0:19

Publicado em Fimes

O que é isso companheiro – 1997

com 2 comentários

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Escrevo hoje sobre esse filme por que hoje, dia 4 de setembro faz 40 anos que o embaixador Charles Burke Elbrick foi seqüestrado em solo brasileiro por dois grupos revolucionários , o filme conta como foi idealiza e executada essa operação para liberar 13 prisioneiros que representavam na época todas as lideranças de esquerda no Brasil presos pelos militares e sofrendo torturas nos porões da ditadura.

Esse filme foi em primeiro lugar indicado para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 1997 perdendo para o holandês Karakter de Mike Van Diem que na minha opinião foi muito bem premiado por que nunca um filme Brasileiro que fala do seqüestro de um embaixador americano seria premiado mas quase chegamos lá isso que vale .

Um bom filme nacional do movimento da retomada dirigido por Bruno Barreto que mostra os 4 dias em detalhes do que se passou no cativeiro em que ficou o embaixador americano para que os 15 presos fosse mandados para o México em troca do embaixador americano.
Com essa ações os dois grupos que idealizaram o seqüestro foram no filme o MR8 (Movimento Revolucionário 8 de outubro) e a ALN (Ação Libertador Nacional) e como se transcorreu o seqüestro .

Um filme Razoável em termos de qualidade com boa aceitação no cinema mas que mostra a historia apenas pela ótica de Fernando Gabeira que com Franklin Martins escreveram o manifesto que foi lido em todas a redes de TV e radio dizendo que havia tortura no Brasil e que se pedia pela libertação do embaixador americano.

Apesar de todo valor histórico do filme a vários erros que foram ignorados para que pudesse ser realizado se baseando o pífio livro de Fernando Gabeira do mesmo nome.

O filme mostra como o guerrilheiro Jonas (Virgílio Gomes da Silva) um dos mais famosos desaparecidos do período que é chamado de anos de chumbo, ele que comandou toda a operação e é interpretado magistralmente por Matheus Nachtergaele.

Com participação espetacular de Matheus Nachtergaele como Jonas , Fernanda Torres como Maria e os outros atores participações menores de Pedro Cardoso (paulo) , Luiz Fernando Guimarães (Marção ) e Caio Junqueira em uma de suas primeiras participações no cinema como (o jovem Guerrilheiro Julio)

Elenco:

Alan Arkin (Charles Burke Elbrick)
Fernanda Torres (Maria)
Pedro Cardoso (Fernando / Paulo)
Luiz Fernando Guimarães (Marcão)
Cláudia Abreu (Renée)
Nelson Dantas (Toledo)
Matheus Natchergaele (Jonas)
Marco Ricca (Henrique)
Maurício Gonçalves (Brandão)
Caio Junqueira (Júlio)
Selton Mello (César / Osvaldo)
Du Moscovis (Artur)
Caroline Kava (Elvira Elbrick)
Fernanda Montenegro (Dona Margarida)
Lulu Santos (Sargento Eiras)
Alessandra Negrini (Lília)
Antônio Pedro (Padeiro)
Mílton Gonçalves
Othon Bastos
Bruno Barreto
Waldir Amaral (narração do jogo)

Curiosidades:

- O diretor Bruno Barreto e o roteirista Leopoldo Serran optaram por condensar nos personagens principais de O Que É Isso, Companheiro? os vários elementos da guerrilha urbana do Brasil na época da ditadura. Deste modo, os personagens interpretados por Pedro Cardoso, Luiz Fernando Guimarães, Fernanda Torres, Cláudia Abreu e Nélson Dantas são ao mesmo tempo todos os militantes da época e nenhum em especial.

- O diretor Bruno Barreto parece em uma cena ao fundo tomando café no bar.

- O único guerrilheiro que existiu de verdade foi o interpretado por Matheus Natchergaele. Ele se chamava Virgílio Gomes da Silva e morreu sob tortura.

- Ao ser lançado no Brasil, O Que É Isso, Companheiro? gerou muita polêmica por ter valorizado mais a ação em detrimento da política do período da ditadura militar e também por causa de algumas liberdades históricas tomadas no filme.

- A intenção de filmar O Que É Isso, Companheiro? surgiu ainda em 1980, logo após o livro de Fernando Gabeira ter sido publicado. Na época os direitos para a adaptação cinematográfica foram comprados pela produtora Lucy Barreto, que só pôde fazer do filme uma realidade 17 anos depois.

- No filme, o embaixador é libertado durante um Flamengo x Vasco, enquanto que na verdade ele foi solto durante um Flamengo x Bangu.

- O Que É Isso, Companheiro? teve um orçamento de US$ 4,5 milhões.

- Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Para ler o manifesto na integra abaixo .

“Grupos revolucionários detiveram hoje o sr. Charles Burke Elbrick, embaixador dos Estados Unidos, levando-o para algum lugar do país, onde o mantêm preso. Este ato não é um episódio isolado. Ele se soma aos inúmeros atos revolucionários já levados a cabo: assaltos a bancos, nos quais se arrecadam fundos para a revolução, tomando de volta o que os banqueiros tomam do povo e de seus empregados; ocupação de quartéis e delegacias, onde se conseguem armas e munições para a luta pela derrubada da ditadura; invasões de presídios, quando se libertam revolucionários, para devolvê-los à luta do povo; explosões de prédios que simbolizam a opressão; e o justiçamento de carrascos e torturadores.
Na verdade, o rapto do embaixador é apenas mais um ato da guerra revolucionária, que avança a cada dia e que ainda este ano iniciará sua etapa de guerrilha rural.
Com o rapto do embaixador, queremos mostrar que é possível vencer a ditadura e a exploração, se nos armarmos e nos organizarmos. Apareceremos onde o inimigo menos nos espera e desapareceremos em seguida, desgastando a ditadura, levando o terror e o medo para os exploradores, a esperança e a certeza da vitória para o meio dos explorados.
O sr. Burke Elbrick representa em nosso país os interesses do imperialismo, que, aliados aos grandes patrões, aos grandes fazendeiros e aos grandes banqueiros nacionais, mantêm o regime de opressão e exploração.
Os interesses desses consórcios de se enriquecerem cada vez mais criaram e mantêm o arrocho salarial, a estrutura agrária injusta e a repressão institucionalizada. Portanto, o rapto do embaixador é uma advertência clara de que o povo brasileiro não lhes dará descanso e a todo momento fará desabar sobre eles o peso de sua luta. Saibam todos que esta é uma luta sem tréguas, uma luta longa e dura, que não termina com a troca de um ou outro general no poder, mas que só acaba com o fim do regime dos grandes exploradores e com a constituição de um governo que liberte os trabalhadores de todo o país da situação em que se encontram.
Estamos na Semana da Independência. O povo e a ditadura comemoram de maneiras diferentes. A ditadura promove festas, paradas e desfiles, solta fogos de artifício e prega cartazes. Com isso, ela não quer comemorar coisa nenhuma; quer jogar areia nos olhos dos explorados, instalando uma falsa alegria com o objetivo de esconder a vida de miséria, exploração e repressão em que vivemos. Pode-se tapar o sol com a peneira? Pode-se esconder do povo a sua miséria, quando ele a sente na carne?
Na Semana da Independência, há duas comemorações: a da elite e a do povo, a dos que promovem paradas e a dos que raptam o embaixador, símbolo da exploração.
A vida e a morte do sr. embaixador estão nas mãos da ditadura. Se ela atender a duas exigências, o sr. Burke Elbrick será libertado. Caso contrário, seremos obrigados a cumprir a justiça revolucionária. Nossas duas exigências são:
a) A libertação de quinze prisioneiros políticos. São quinze revolucionários entre os milhares que sofrem as torturas nas prisões-quartéis de todo o país, que são espancados, seviciados, e que amargam as humilhações impostas pelos militares. Não estamos exigindo o impossível. Não estamos exigindo a restituição da vida de inúmeros combatentes assassinados nas prisões. Esses não serão libertados, é lógico. Serão vingados, um dia. Exigimos apenas a libertação desses quinze homens, líderes da luta contra a ditadura. Cada um deles vale cem embaixadores, do ponto de vista do povo. Mas um embaixador dos Estados Unidos também vale muito, do ponto de vista da ditadura e da exploração.
b) A publicação e leitura desta mensagem, na íntegra, nos principais jornais, rádios e televisões de todo o país.
Os quinze prisioneiros políticos devem ser conduzidos em avião especial até um país determinado _ Argélia, Chile ou México _, onde lhes seja concedido asilo político. Contra eles não devem ser tentadas quaisquer represálias, sob pena de retaliação.
A ditadura tem 48 horas para responder publicamente se aceita ou rejeita nossa proposta. Se a resposta for positiva, divulgaremos a lista dos quinze líderes revolucionários e esperaremos 24 horas por seu transporte para um país seguro. Se a resposta for negativa, ou se não houver resposta nesse prazo, o sr. Burke Elbrick será justiçado. Os quinze companheiros devem ser libertados, estejam ou não condenados: esta é uma “situação excepcional”. Nas “situações excepcionais”, os juristas da ditadura sempre arranjam uma fórmula para resolver as coisas, como se viu recentemente, na subida da junta militar.
As conversações só serão iniciadas a partir de declarações públicas e oficiais da ditadura de que atenderá às exigências.
O método será sempre público por parte das autoridades e sempre imprevisto por nossa parte.
Queremos lembrar que os prazos são improrrogáveis e que não vacilaremos em cumprir nossas promessas.
Finalmente, queremos advertir aqueles que torturam, espancam e matam nossos companheiros: não vamos aceitar a continuação dessa prática odiosa. Estamos dando o último aviso. Quem prosseguir torturando, espancando e matando ponha as barbas de molho. Agora é olho por olho, dente por dente.”
Ação Libertadora Nacional (ALN)
Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8)

Pessoal peço desculpas mais uma vez por não ter em nenhuma da minhas fontes achado o trailer do filme mas em recompesa colocarei um video da música “Para não dizer que não falei das flores do Grande Geraldo Vandre ” que se tornou um hino do périodo pós AI 5 com otimas imagens da época .

Escrito por brunobisogni

4 de setembro de 2009 em 4:19

Publicado em Filmes Nacionais, Fimes

Belline e a Esfinge – 2001

com um comentário

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Esse filme é um suspense exemplar que começa como um médico atrás de uma garota de programa e com o passar do filme se torna um grande mistério após a morte do medico levando o personagem principal o detive Remo Belline interpretado por Fábio Assunção em um dos seus melhores momentos como ator por uma incessante busca pela resolução do fim do mistério o filme se passa em uma São Paulo cheias de prostitutas, cafetões , traficantes que agenciam miches e policiais do centro de São Paulo e da Rua Augusta e o cais do porto de Santos o filme se passa todo a noite e tem seus melhores momentos as cenas de ação .
Como interpretação marcante de Malu Mader como a prostituta Fátima que passa a ajudar Belline a encontrar o assassino do DR. Rafidjian e se envolve com Belline para mostrá-lo a verdadeira noite da Cidade De São Paulo onde o maior ensinamento que Belline aprende é que “As Mulheres são uma ilusão” e como esse ensinamento e a presença marcante de sua chefe Dora Lobo a adaptação do livro de Tony Bellotto do titãns se tornou dos melhores filmes de suspense da retomado do cinema nacional.
Um ótimo suspense com bons atores que representam com exatidão os personagens que interpretam.
Destaque para a atuação de Fábio Assunção (Belline), Malu Mader (Fátima) Eliana Guttman (Dora Lobo), Maristane Dresch (Beatriz), Cláudio Gabriel (Stone) um traficante que agencia miches no centro e tem ótimas tiradas nas cenas em que aparece.

Um dos filmes que mais gosto desse novo momento do cinema nacional e também que foi o mais votado na nossa enquete do blog obrigado a todos por participar da votação.

Obrigado a todos por participar e a contribuir com o blog.

Curiosidades
- Roberto Santucci Filho, diretor de Bellini e a Esfinge, iniciou sua carreira no cinema como assistente de montagem em Lendas da Paixão e Código de Honra, ambos filmes produzidos nos Estados Unidos.

- O convite para que Roberto Santucci Filho dirigisse Bellini e a Esfinge surgiu após o produtor Theodoro Fontes ter assistido Olé! – Um Movie Cabra da Peste, primeiro longa-metragem da carreira do diretor.

- Tony Bellotto e Charles Gavin, dois dos compositores da trilha sonora de Bellini e a Esfinge, fazem parte da banda Titãs. Andreas Kiesser, outro compositor da trilha sonora do filme, faz parte da banda Sepultura.

- Foi exibido no Festival do Rio de 2001, na mostra Première Brasil.

FICHA TÉCNICA

Título Original: Bellini e a Esfinge
Gênero: Policial
Tempo de Duração: 120 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2001
Direção: Roberto Santucci Filho

ELENCO

Fábio Assunção (Remo Bellini)
Malu Mader (Fátima)
Maristane Dresch (Beatriz)
Eliana Guttman (Dora Lobo)
Paulo Hesse (Dr. Rafidjian)
Marcos Damigo (Samuel Rafidjian)
Rosaly Papadopol (Sofia Rafidjian)
Cláudio Gabriel (Stone)
Carlos Meceni (Bóris)
Max (Índio)
Neusa Velasco (D. Gláucia)
Jedson Carta (Duílio)
Vera Mancini (Ismália)

Também não possui links para download.

Trailer de cinema

Infelismente esse filme não possui trailer de cinema .

Escrito por brunobisogni

1 de setembro de 2009 em 18:50

Publicado em Filmes Nacionais, Fimes

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